O ex-ministro Lewandowski manteve um contrato de R$ 250 mil mensais com o Banco Master mesmo após assumir o Ministério da Justiça, totalizando R$ 6,5 milhões por 21 meses.
A proposta veio de Jaques Wagner, líder do governo no Senado, que sugeriu Lewandowski para consultorias, parte de uma estratégia política envolvente.
Durante o contrato, a presença de Lewandowski nas reuniões do Comitê Estratégico foi mínima, levantando dúvidas sobre a efetividade da consultoria prestada.
Com sua nomeação ministerial, Lewandowski transferiu a gestão de seu escritório de advocacia para seus filhos, indicando uma nova fase em sua carreira.
Lewandowski e Wagner defenderam suas decisões, afirmando que o ex-ministro suspendeu atividades na advocacia ao aceitar cargo governamental.
Enquanto Lula critica o Banco Master por problemas de gestão, a relação histórica de Lewandowski com o PT gera repercussões e questionamentos éticos.
O vínculo entre Lewandowski e o Banco Master levanta importantes questões sobre ética e possíveis conflitos de interesse na gestão pública.