O orçamento da Polícia Civil para 2026 é alarmante. Enquanto a Prefeitura de São Paulo investe R$ 1,83 bilhão, o governo estadual destina apenas R$ 6,7 bilhões, mostrando uma clara disparidade nos recursos.
O aumento de apenas 2,9% no orçamento da Polícia Civil, em contraste com a Polícia Militar, destaca uma desigualdade que compromete sua eficácia e gera preocupações entre os profissionais da segurança.
Mesmo com um aumento nominal no orçamento, a inflação reduz o poder de compra da Polícia Civil. Recursos escassos limitam investigações e a proteção ao cidadão, refletindo uma crise na segurança.
A seleção e formação de novos policiais civis sofreram um corte drástico de 42,8%, afetando diretamente a capacidade operacional e a luta contra o crime organizado.
A falta de cumprimento de promessas trabalhistas e dívidas não pagas, como horas extras, deteriora a moral da Polícia Civil, acentuando as dificuldades estruturais e operacionais.
Com um plano de carreira obsoleto e um déficit de mais de 14 mil policiais, a Polícia Civil enfrenta enormes desafios que exigem reformas urgentes para ser eficaz.
A revisão da política orçamentária e a valorização dos profissionais são essenciais para que a Polícia Civil possa cumprir seu papel constitucional de proteger a sociedade.