A delegada Layla Lima Ayub foi presa, revelando ligações com o PCC. Seu namorado, Jardel Neto, teria papel central no tráfico e violência da facção criminosa.
Jardel, conhecido como 'Dedel', era um dos líderes do PCC em Roraima. Ele é acusado de treinar adolescentes para cometer atos violentos e punições brutais.
As provas contra Jardel foram reforçadas por investigações da FICCO, que monitoraram suas ações na cidade. O grau de violência e criminosidade levantou alertas.
A vida pessoal de Layla com Jardel gerou suspeitas. Autoridades investigam possíveis vínculos dela com o crime organizado, uma mancha na credibilidade policial.
Layla enfrenta sérias acusações: associação ao tráfico, exercício irregular da função e integrações criminosas. A expectativa é por penalizações severas.
Esse caso evidencia a infiltração do PCC nas forças de segurança. Urge a necessidade de revisões nas práticas de recrutamento e formação da polícia.
A situação de Layla e Jardel expõe a fragilidade do sistema de segurança. O envolvimento de policiais com o crime organizado requer mudança urgente.