No dia 13 de novembro, Donald Trump pediu aos iranianos que persistissem nos protestos. Ele afirmou que a 'ajuda está a caminho' enquanto estimulava ações diretas contra o regime opressor.
Trump cancelou reuniões com autoridades iranianas devido ao 'assassinato sem sentido' de manifestantes. Dados alarmantes indicam mais de 1.850 mortes e 16.784 detidos no caos social que se instalou.
Um funcionário do governo iraniano confirmou cerca de 2 mil mortes. Essa declaração marca um ponto crítico, enquanto as autoridades tentam atribuir a culpa a 'terroristas' sem esclarecer os detalhes concretos.
Os protestos refletem insatisfação com a teocracia, crises econômicas e desrespeito aos direitos humanos. A população clama por mudanças em resposta a décadas de opressão e luta por dignidade e liberdade.
A comunidade internacional está atenta, com líderes e organizações denunciando as violações. O apoio político, como o de Trump, pode ser um vetor crucial para aumentar a pressão sobre o governo iraniano.
As redes sociais se tornaram vitais para a mobilização. Plataformas como Twitter ajudam a coordenar ações e compartilhar relatos de repressão, superando bloqueios e amplificando as vozes dos protestantes.
As perspectivas para um diálogo permanecem incertas, com intensa repressão. Contudo, a contínua luta por direitos civis denota resiliência. A pressão internacional pode ser a chave para um futuro mais justo.