Em janeiro, o IPCA-15 mostrou uma leve queda, subindo apenas 0,20%. Essa desaceleração acendeu discussões no cenário econômico brasileiro e suas consequências para a economia.
A inflação anual ainda preocupa, alcançando 15%. Economistas acreditam que a baixa no IPCA-15 não será suficiente para o Copom considerar cortes na taxa Selic neste momento.
Jason Vieira destaca que a melhora no IPCA-15 foi influenciada por fatores como a queda dos preços das passagens aéreas, mas a pressão inflacionária continua alta.
Os preços dos alimentos seguem em alta, o que torna incerta a continuidade da desaceleração. Julio Barro adverte que a fase benéfica para os preços alimentares está se esgotando.
Analistas projetam que cortes na Selic sejam possíveis apenas a partir de março. A inflação deve se estabilizar em torno de 4,1% em 2026, abaixo do final de 2025.
O Copom controla a Selic e outras taxas econômicas, influenciando o crédito e o consumo. Suas decisões são cruciais para estabilizar a economia enquanto monitoram a inflação.
Apesar do alívio momentâneo da desaceleração, a inflação ainda é um grande desafio. As reuniões futuras do Copom terão impacto significativo na economia e na vida da população.