Em 2026, o Banco do Brasil (BBAS3) mostra um desempenho técnico sólido, superando médias móveis. Essa força sugere um fluxo de compras contínuo e resiliência nas correções de preço.
As ações do Banco do Brasil cresceram 12,64% este ano, impulsionadas por um forte interesse comprador. Mas cuidado! Correções são comuns em tendências de alta, exigindo atenção redobrada.
Após seis sessões de alta, BBAS3 fecha em R$ 24,68, mais 1,19%! Contudo, a sombra vendedora do último candle pode sinalizar realização de lucros, tornando o cenário técnico volátil.
Para seguir sua trajetória de alta, BBAS3 deve ultrapassar resistências entre R$ 24,71 e R$ 25,48. Com isso, os próximos alvos incluem os R$ 26,21 e R$ 28,49.
A análise semanal indica que BBAS3 permanece acima das médias móveis, sinalizando força. O IFR sugere espaço para continuidade, mas atenção ao afastamento das médias é essencial.
Rompendo resistências em R$ 25,08 e R$ 26,21, o Banco do Brasil pode atingir novos patamares, como R$ 28,49 e a máxima histórica de R$ 29,44. Acompanhe de perto!
Se ocorrerem correções, os suportes em R$ 23,48 e R$ 21,05 serão cruciais. Quebras desses níveis podem conduzir a ajustes sérios e precisam ser monitoradas pelos investidores.